REVOLUÇÃO MUNDIAL
15.5.04
  REVOLTANTE!!!!!!!!!

A tortura que as tropas anglo-americanas promovem no Iraque (cenas fortes): http://uhpdistro.webcindario.com/tortura%20irak.htm 
14.5.04
  DELEGACIA DE POLÍCIA DO RIO GRANDE DO SUL EXIBE BANDEIRA DOS ESTADOS UNIDOS



Os manifestantes que entraram em confronto com a Brigada Militar em frente ao Palácio Piratini, durante protesto contra a política internacional dos EUA na quarta-feira, formalizaram denúncia na Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa ontem.

A deputada Jussara Cony (PC do B), que acompanhou os estudantes na 1ª Delegacia da Polícia Civil (1ª DP) para registrar ocorrência, disse ter sido surpreendida com a exibição de uma bandeira americana na delegacia, e com a atitude de um inspetor identificado como Araújo (foto). Segundo Jussara, o policial, com o dedo em riste, teria afirmado que "aqui a senhora vai respeitar a bandeira americana". A Polícia Civil instaurou sindicância para apurar a denúncia.

Fonte: http://www.clicrbs.com.br


Publicado por Júlio 
10.4.04
  A Extinção da Peculiaridade


Atualmente estamos presenciando uma homogeneização estética sem igual, que caminha lado a lado com a extinção da peculiaridade em nossa sociedade. Dentro do Universo feminino tal uniformização é decorrente da incessante busca por um ideal de beleza por parte das mulheres – favorecidas pela tecnologia moderna.
Dentes proeminentes, óculos e baixa estatura dão lugar a aparelhos ortodônticos, lentes de contato e saltos altos. Todos os artifícios são válidos para satisfazer o ego das eternas insatisfeitas, que necessitam estar, ou ao menos parecer iguais às outras para se sentirem realizadas.


Este é um tema sobre o qual gosto de escrever....este texto estava no meu blog antigo, mas resolvi colocá-lo aqui, pois acho que se trata de um tema bem interessante!

publicado por Pâmela 
 

"Contratados privados" no Iraque são ex-violadores de direitos humanos
Por Jim Cason e David Brooks



O governo de George W. Bush está contratando mercenários com histórico de abusos aos direitos humanos na África do Sul, Chile e Irlanda do Norte como os guardiões do seus projeto de "democratização" do Iraque.

O Pentágono refere-se freqüentemente aos seus "sócios da coligação", as tropas de outros países que combatem no Iraque ao lado das forças estadunidenses, mas o maior contingente internacional após os estadunidenses não é o da Grã-Bretanha ou o da Espanha, e sim o dos "contratados" militares privados que representam 10% dos efetivos militares das tropas invasoras no Iraque.

Na semana passada, quatro destes contratados militares privados, ex-soldados de forças especiais estadunidenses que trabalhavam para a Blackwater Security Consulting Company, foram mortos e os corpos de dois deles pendurados numa ponte perto de Fallujah.

Aparentemente a Blackwater não conseguiu contratar estadunidenses suficientes — ex-soldados na maioria — para preencher todas as vagas que tem no Iraque e começou a contratar ex-militares chilenos da época de Augusto Pinochet.

Salários de mil dólares por dia

O jornal The Guardian relatou em fevereiro deste ano que a empresa enviou o primeiro contingente de uns 60 ex-comandantes chilenos ao Iraque com salários que chegavam até aos mil dólares por dia.

John Rivas, ex-integrante da Armada chilena, declarou ao jornal La Tercera que o seu trabalho no Iraque resultaria num "rendimento muito bom" para a sua família. "Não me sinto como mercenário", acrescentou.

Um porta-voz da Blackwater informou ao diário The Guardian que "os comandos chilenos são muito, muito profissionais".

Mas analistas de assuntos estratégicos, como o colaborador desse diário Michael Klare, questionaram a forma de selecionar as tropas privadas a participar na guerra no Iraque.

Em artigo recente publicado no The Nation, informa da contratação da empresa sul-africana Erinys para proteger os oleodutos iraquianos. Não se sabia muito desta companhia até poucos meses atrás, quando um empregado da Erinys foi morto e vários outros feridos no Iraque.

Os meios de comunicação sul-africanos descobriram que François Strydom, o soldado privado da Erinys morto no Iraque, foi integrante do famigerado grupo contra-insurgente Koe-voet, implicado em numerosos assassinatos políticos na Namíbia nos anos 80.

Um dos sul-africanos feridos no Iraque foi Deon Gouws, ex-membro da polícia secreta da África do Sul na época do apartheid, que durante as audiências da Comissão da Verdade nos anos 90 confessou haver participado num atentado contra um opositor político e incendiado os lares de 40 a 60 ativistas contra o regime de segregação racial.

Estima-se que haja uns 10 mil soldados privados trabalhando no Iraque, segundo o Washington Post . Um deles é Derek William Adgey, ex-royal mariner britânico, contratado pela empresa inglesa Armor Group para trabalhar ali.

A organização de investigações empresariais CorpWatch relatou nos mês passado que antes de viajar para o Iraque, Adgey esteve na prisão durante quatro anos pelo seu trabalho com os Ulster Freedom Fighters, na Irlanda do Norte.

Grupos de direitos humanos exprimiram suas preocupações com os perigos que trazem os exércitos privados e agentes de serviços de segurança privada destacados no Iraque mas, segundo Klare, os EUA também reativaram algumas das unidades militares mais notórias do exército da era do Vietnã a fim de participar no conflito iraquiano.

Assinala que entre os grupos armados mobilizados para defender um oleoduto de 300 milhas (483 km) que transporta petróleo de Kirkuk, no norte, à fronteira turca, destaca-se a unidade Tiger Force, da aerotransportada 101 estadunidense.

"Armados com miras de visão noturna e rifles de alto poder M-107 de calibre .50, os franco-atiradores sobrevoaram os oleodutos em helicópteros UH-60 Black Hawk especialmente configurados e dispararam contra suspeitos de sabotagens a distâncias de mais de 1,5 milha (2,4 km)", escreveu Klare.

"Podemos golpear um objetivo antes que saiba que estamos ali", afirmou um sargento da unidade.

Depois de destacar que os disparos foram feitos, sem confirmar a identidade dos presumidos suspeitos ou que estivessem cometendo atos hostis, Klare acrescenta que a unidade Tiger Force foi empregada durante a guerra do Vietnã para assassinar guerrilheiros e seus simpatizantes civis.

O jornal Toledo Blade, de Ohio, ganhou o Prêmio Pulitzer esta semana pelas suas reportagens em que descreve os crimes de guerra cometidos por esta unidade no Vietnam, e dá exemplos como o incidente da matança de cem civis vietnamitas em 1967 numa série de fatos sangrentos.

Claro que nenhum dos atuais integrantes daquela unidade que agora estão no Iraque esteve no Vietnã, mas Klare sugere que a reativação de uma unidade tão manchada com este histórico é algo "grotesco".

Há exigências no Chile e na África do Sul no sentido de realizar uma investigação sobre a utilização destes mercenários, ou contratados privados, como preferem ser chamados. Mas até agora nos Estados Unidos não há tais exigências.


Fonte: http://www.resistir.info
O original encontra-se no diário mexicano La Jornada

Publicado por Júlio 
4.4.04
  Que sirva de exemplo aos imperialistas e a seus lacaios.


VIDA LONGA À IMPÁVIDA RESISTÊNCIA IRAQUIANA!!!


Publicado por Júlio 
7.3.04
  No Caderno "Mais!", Seção "Ciência" (p. 24-26) da Folha de São Paulo de 22 de julho de 2001 foi publicada uma entrevista do professor de Bioética da Universidade de Princeton (EUA), em que o polêmico professor expõe suas idéias acerca de "vidas humanas" que considera descartáveis (texto abaixo)

O tema é instigante e, no Brasil - assim como nos países ibéricos - já é passada a hora de se discutir temas de bioética a partir de perspectivas independentes da doutrina moral da Igreja Católica, que infelizmente monopoliza as discussões sobre o assunto nesses países, na maior parte das vezes a partir de ótica obscurantista que é incompatível com os avanços que podem ser trazidos com pesquisas na área biológica, sobretudo com as informações advindas do projeto Genoma Humano.

Certamente no futuro algum papa pedirá perdão à humanidade pelas posições tomadas pela Igreja na atualidade, desde as restrições a programas governamentais de planejamento familiar que envolvem métodos contraceptivos eficazes porém não naturais, até a odiosa posição de se opor a campanhas de encorajamento de utilização de camisinhas em relacionamentos sexuais. É difícil compreender que uma instituição que se propõe a defender a vida tenha adotado essas posições em sua doutrina moral. Desde o Concílio Vaticano II - quando o Papa Paulo VI contrariou a aprovação dos médicos leigos quanto à utilização da pílula anticoncepcional - a vida de milhões de católicos do mundo todo que efetivamente procuram seguir os preceitos da religião se tornou um inferno, sobretudo a das mulheres, que ou deixam voluntariamente de ter acesso aos avanços científicos, ou optam por viver em estado de pecado quando optam pelo uso da pílula (e da camisinha), pois formalmente os padres não poderiam dar a absolvição nesses casos, a não ser que haja o arrependimento e a pessoa deixe de usar esses métodos.

A situação se torna pior quando entidades como a Pastoral da Criança - cuja líder acaba de ser indicada para o Prêmio Nobel - que tem grande penetração nas localidades carentes em que o Estado brasileiro está ausente, omite das pessoas as técnicas verdadeiramente eficazes de contracepção, além da oposição ao uso da camisinha, o que torna a entidade indiretamente conivente com a propagação de doenças sexualmente transmissíveis. Com efeito, há restrições a esse respeito quando do treinamento dos agentes comunitários que terão acesso direto às pessoas assistidas, conforme atestam as pesquisas contidas na Dissertação de Mestrado em Ciências Sociais pela UFPR defendida pelo Prof. Rodrigo Rossi Horochovski em 1999, cujo tema foi a Pastoral da Criança. A situação se agrava quando se sabe que a Pastoral da Criança recebe verbas governamentais, apesar do desserviço que presta neste particular.

Logo abaixo da entrevista de Peter Singer, vão algumas sugestões de livros e periódicos cuja leitura certamente auxiliará no aprofundamento das questões entre Bioética e Direito.

José Renato Gaziero Cella

texto extraído do site:
"Cella"


publicado por Pâmela 
  Olá, pessoas!

Bom, como este é o meu primeiro post tenho algumas considerações a fazer...
Meu objetivo com este blog é dar continuidade ao que eu fazia no anterior, ou seja, publicar textos informativos, algumas biografias e notícias - de cunho social e político.

Como estou estudando bastante só tenho tempo para postar nos finais de semana...mas prometo fazê-lo da melhor maneira possível...

Para terminar, colocarei aqui uma citação de que gosto muito...

" Ver o que é justo e não agir com justiça é a maior das covardias humanas"
(Confúcio)

Publicado por Pâmela 
2.3.04
  William Hearst, um amigo de Hitler William Hearst, um amigo de Hitler

"Nunca se perde dinheiro quando se subestima o nível de consciência do povo". WILLIAM RANDOLPH HEARST

William Randolph HEARST é o nome do multimilionário americano que veio ajudar os nazistas na guerra psicológica contra a União Soviética. Hearst é o redator americano conhecido como sendo o "pai" da chamada imprensa amarela, a imprensa sensacionalista. William Hearst começou a carreira de redator em 1885, quando o seu pai George Hearst, milionário da indústria mineira, senador e redator, lhe deu a chefia do jornal San Francisco Daily Examiner.

Assim começou também o império jornalístico de Hearst que de uma maneira definitiva iria deixar marcas profundas na vida e nos conceitos dos norte-americanos. Depois da morte do pai, William Hearst vendeu todas as ações da indústria mineira que herdou e começou a investir o capital no mundo jornalístico. A primeira compra que fez foi o New York Morning Journal, um jornal de tipo tradicional que Hearst transformou totalmente num jornal sensacionalista. As notícias eram compradas a qualquer preço e quando não havia crueldades ou crimes violentos para contar, cabia aos jornalistas e fotógrafos "arranjar" o assunto. É justamente esta a marca da "imprensa amarela", a mentira e a crueldade arranjada e servida como verdade.

As mentiras de Hearst fizeram dele milionário e importante pessoa no mundo jornalístico, sendo em 1935 um dos mais ricos do mundo com uma fortuna avaliada em 200 milhões de dólares. Depois da compra do Morning Journal, Hearst continuou a comprar e fundar jornais diários e semanários por todos os EUA. Na década dos anos 40, William Hearst era proprietário de 25 jornais diários, 24 semanários, 12 estações de rádio, 2 serviços de notícias mundiais, um serviço de notícias para filme, a empresa de filme Cosmopolitan e muito mais. Em 1948 comprou uma das primeiras estações de televisão dos EUA, a WBAL-TV em Baltimore. Os jornais de Hearst vendiam 13 milhões de exemplares diários com cerca de 40 milhões de leitores! Quase um terço da população adulta dos EUA lia diariamente os jornais de Hearst! E, além disso, milhões de pessoas em todo o mundo recebiam a informação da imprensa de Hearst através dos serviços de notícias, filmes e uma série de revistas que eram traduzidas e editadas em grandes quantidades em todo o mundo. Os números acima citados mostram bem de que maneira o império de Hearst influenciou a vida política americana e a vida política do mundo em geral durante muitos anos. (entre outras coisas contra a participação dos EUA na Segunda Guerra Mundial pelo lado da União Soviética e nas campanhas anticomunistas de McCarty na década 50).

Os conceitos de William Hearst eram extremamente conservadores, nacionalistas e anticomunistas. A sua política era a política da extrema direita. Em 1934 fez uma viagem à Alemanha onde foi recebido por Hitler como convidado e amigo. Depois desta viagem, os jornais de Hearst tornaram-se ainda mais reacionários, sempre com artigos contra o socialismo, contra a União Soviética e em especial contra Stálin. Hearst tentou também utilizar os seus jornais para fazer propaganda nazista abertamente, com uma série de artigos de Göring, a mão direita de Hitler. No entanto, os protestos de muitos leitores obrigaram-no a parar a publicação e retirar os artigos.

Depois da visita a Hitler, os jornais sensacionalistas de Hearst vinham cheios de "revelações" sobre acontecimentos terríveis na União Soviética como assassinatos, genocídios, escravidão, luxo para os governantes e fome para o povo, sendo estas as grandes "notícias" diárias. O material era dado a Hearst pela Gestapo, a polícia política da Alemanha nazista. Nas primeiras páginas dos jornais, havia muitas vezes caricaturas de imagens falsas da União Soviética, onde Stálin era retratado como um assassino de faca na mão. Não esqueçamos que estes artigos eram lidos diariamente por 40 milhões de pessoas nos Estados Unidos e milhões de outras em todo o mundo!


Adaptação de texto d'A Página Vermelha


Panfleto da Liga Americana Contra a Guerra e o Fascismo atacando o jornal de Hearst que dava apoio a Hitler - 1935


Capa do filme Cidadão Kane, que retrata a vida de William Hearst



Publicado por Júlio 
22.2.04
  Fundado o blog REVOLUÇÃO MUNDIAL! 
"Não seríamos verdadeiros comunistas se não soubéssemos modificar inteiramente nossa tática em conformidade com o momento. Todos os recuos, todos os zigue-zagues da nossa tática têm um único fim: a revolução mundial." --------- Georgi Dimitrov (1882-1949)



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NOME: Pâmela
CONTATO: nitchaz@hotmail.com

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